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uitas perguntas têm instigado
cientistas sociais e filósofos a se questionarem ao longo dos tempos acerca de
qual a nossa relação com a realidade que nos permeia. O que, concretamente, ela
é? Existe o fato objetivo? É possível determinar como realidade concreta o
intricado mundo das relações sociais em cada fato posto? Na atualidade, qual o
papel da informação, nesse sentido, como ela nos coloca dentro, perante (ou
fora) dos acontecimentos e como descrevê-los da forma mais correta possível
para que se atinja ou se encontre a Verdade lógica numa conjuntura politica e
social através da qual o sujeito dotado de irracionalidade está cada vez mais
individualizado, quase que submerso em sua solidão social, cuja consequência
hoje presenciamos em fenômenos de ascensão da extrema-direita em todo o mundo
(trumpismo e bolsonarismo, por exemplo). Para chegar a um denominador comum,
trabalharei com duas hipóteses, uma nietzschiana e outra marxista,
aparentemente opostas, mas que têm princípios cognitivo-epistemológicos
bastante interessantes. O primeiro expõe; o segundo explica!