terça-feira, 24 de março de 2020

CORONACRISE: A “fagulha” do vírus acende a chama que começa a consumir o capitalismo pelo centro


D
esde os últimos dias de dezembro do ano passado, quando teve início a propagação do coronavírus na China e depois para o planeta, agora se faz necessária uma análise alicerçada na política a partir do vislumbre eminentemente técnico. Em pauta, como sustar a pandemia numa conjuntura na qual a maioria dos países afetados são proponentes encardidos do ultraneoliberalismo (ou neoliberalistas), muitos fascistizados, que medidas adotaram e como ficam os trabalhadores dentro de uma crise sistêmica sem precedentes do capitalismo? Qual o significado de “ficar em casa” como prevenção pandêmica? O papel da mídia ao espalhar a torto e direito um amplo processo de hiperinformação sobre a população, isto é positivo? O Brasil bolsonarizado vai ter capacidade técnica ou vontade que seja para superar a crise? Numa etapa em que os Estados Unidos deflagram a chamada “guerra híbrida” como não ser seduzido por “teorias da conspiração” e fakenews? São perguntas cruciais que surgem diante de tamanho desafio e podem indicar a resolução dos problemas levantados. Qual o alcance da crise atual e o que despertou a queda brusca de mercados bursáteis, tem a ver com o coronavírus?