quarta-feira, 10 de maio de 2017

O CONCRETO ARMADO DA CORRUPÇÃO PRIVADA: de onde veio o enorme poder político-econômico das empreiteiras ou como funciona o capitalismo...


E
ste tema é tão vasto quanto são longos os tentáculos que abraçam a corrupção dentro do “regime republicano da democracia dos ricos” e estão envoltos sob o manto frígio do capitalismo. Antes de uma exceção, constitui-se como regra do jogo político nos sórdidos bastidores da vida burguesa. Por isso, necessário recorrer a perguntas certas e, consequentemente, teremos as respostas corretas sem inversão de posições de classe. O método da mídia mainstream passa precisamente por este último aspecto levantado: põe o agente público como fonte inercial de poder ou fonte de riquezas. Inclusa, lamentavelmente, nesta concepção está grande parcela da esquerda brasileira. Nossa análise vai de encontro a esse diversionismo midiático-ideológico de cérebros “globotizados”! Por que apenas as empreiteiras majoritariamente nacionais estão no foco das investigações? Qual a origem sub-reptícia do imenso poderio das grandes construtoras? Aos “probos vestais” da democracia burguesa a corrupção configura-se em uma aberração, quando na dura realidade que esses fazem questão de ocultar, é a regra do sistema e seu modus operandi!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Sonhos fragmentados


Resenha sobre o livro “A Cama na Varanda” - Arejando nossas idéias
a respeito de amor e sexo. - Regina Navarro Lins
                                                                                                                      

By Dóris I. Bonhen*

A
Cama na Varanda é um livro instigante, que retrata a sexualidade humana através dos tempos, nos fazendo compreender, porque somos como somos e qual a “saída” para um dos maiores dramas da atualidade: o relacionamento. A autora aborda a posição de gêneros homem e mulher na relação e consequentemente na sociedade. Apresenta assim, as mais diversas formas de amar, criticando a monogamia, pelo fato de a mesma não apresentar mais mistérios e liberdade, fatores essenciais para um relacionamento satisfatório e dá ênfase ao chamado “poliamor”.

domingo, 30 de abril de 2017

GREVE GERAL DE 28 DE ABRIL: Gigantescas mobilizações dão o primeiro passo para o combate à quadrilha instalada no Planalto. Agora é rumo à greve geral de 48 horas!!!

Concentração dos manifestantes no Largo do Batata, em São Paulo

A
greve geral do dia 28 de abril pode, sem dúvida, ser considerada uma das mais expressivas que o país presenciou em toda a sua história: centenas de milhares de trabalhadores e desempregados aderiram nos principais centros produtivos das grandes metrópoles a uma GREVE ESSENCIALMENTE POLÍTICA! Por si só, independente do projeto e trajetória de traições das principais direções do movimento sindicato como a CUT – as quais durante os governos Lula e Dilma cumpriram o nefasto papel de engessar a ação organizada dos trabalhadores, atuando como correia de transmissão do Planalto e das mais reacionárias oligarquias regionais – as massas exploradas demonstraram uma grande disposição de se enfrentar com a claque de bandidos instaurados no Planalto e no judiciário. A estratégia petista de colaboração de classes enfraqueceu substancialmente o movimento operário. Evidentemente que o PT e a CUT têm imensa responsabilidade com a atual situação política. O primeiro promoveu o chamado “pacto oligárquico” com o que há de mais podre, fisiológico e reacionário exposto no tabuleiro da política nacional (clã dos Sarney, Renan Calheiros, Collor, Maluf, Igreja Universal, PMDB e por aí vai...), que impreterivelmente no despertar da época de crise se rebelou sem pestanejar em diáspora de ratos; a segunda atuou durante 14 anos como chapa branca e elemento de contenção de protestos e lutas, cujo governo petista chegou ao ponto de criminaliza-las como durante os eventos da Copa do Mundo de 2013-14 como sendo ação de terroristas. Em consequência, criou a “Lei Antiterrorismo” que vigora até hoje, com a qual a tucanalha se refestela e baixa a borracha.

quinta-feira, 30 de março de 2017

PACOTAÇO ULTRANEOLIBERAL DE SARTORI: a boçalidade mercadológica enterrando o patrimônio imaterial-subjetivo de um povo...

Ato Público em defesa da Fundação Piratini, quarta-feira, 29 de março de 2016

N
o apagar das luzes de 2016, o governo Sartori com a cumplicidade criminosa dos deputados estaduais, aprovou a extinção de oito estatais. E o mais grave, que nem cabem em seu discurso de desmonte da máquina do estado, de que são deficitárias. Ao contrário, não só são lucrativas como também são utilizadas para pagar a dívida pública perante banqueiros e a União. O PMDB, golpista, repousa suas teses ultraneoliberais sobre privatizações de setores estratégicos como estradas, transporte e energia, a exemplo do que vem fazendo seu consorte em nível nacional de esmagamento do que restou da infraestrutura estratégia do país. Há muito tais recursos político-contábeis demonstraram seu total fracasso e demonstram não ausência de ação, mas um programa político bem claro: uma gigantesca operação de desmonte dos serviços estatais para entrega-los à empresas terceirizadas sob cujo nome está algum político ou um laranja seu ou para grandes monopólios econômicos. Para chegar a esse ponto o governo de bandidos peemedebista e sua “base aliada” jogaram no lixo até mesmo as leis que eles próprios criaram, a Constituição Estadual, segundo a qual uma estatal para ser entregue à “iniciativa privada” deve ter antes um plebiscito popular. Portanto, desfraldou-se descaradamente uma clara operação anticonstitucional para aprovar o pacotaço de Sartori (a serviço de banqueiros e da RBS), burlando até mesmo cláusulas pétreas que reza a “soberania popular ser inviolável”!