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ste tema é tão vasto quanto são longos os tentáculos que
abraçam a corrupção dentro do “regime republicano da democracia dos ricos” e
estão envoltos sob o manto frígio do capitalismo. Antes de uma exceção,
constitui-se como regra do jogo político nos sórdidos bastidores da vida
burguesa. Por isso, necessário recorrer a perguntas certas e, consequentemente,
teremos as respostas corretas sem inversão de posições de classe. O método da
mídia mainstream passa precisamente por este último aspecto levantado: põe o
agente público como fonte inercial de poder ou fonte de riquezas. Inclusa, lamentavelmente,
nesta concepção está grande parcela da esquerda brasileira. Nossa análise vai
de encontro a esse diversionismo midiático-ideológico de cérebros “globotizados”!
Por que apenas as empreiteiras majoritariamente nacionais estão no foco das
investigações? Qual a origem sub-reptícia do imenso poderio das grandes
construtoras? Aos “probos vestais” da democracia burguesa a corrupção
configura-se em uma aberração, quando na dura realidade que esses fazem questão
de ocultar, é a regra do sistema e seu modus
operandi!




