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m detalhe muito importante que quase ninguém considera nas
atuais escaramuças entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos: o arsenal bélico e o potencial da energia
nuclear norte-coreana são ambas utilizadas como recursos de defesa e soberania
nacional diante do imenso e poderoso cerco militar e econômico capitalista.
Toda força e resistência às constantes provocações ianques reside no caráter
ainda de Estado operário e de nação não-alinhada ao Consenso de Washington e,
principalmente no apoio das massas ao regime de Pyongyang. Para a imprensa à
“murdoch”, a Coreia do Norte alcança o nadir das provocações e eleva o tom
beligerante. Veremos que totalmente falsa essa versão, pois desde 2012 quando o
Democrata Obama concedeu à Coreia do Sul o direito de cobrir com seus mísseis
balísticos todo o território da RDPC (República Democrática e Popular da Coreia),
as provocações e tentativas de intimidação ao Estado operário tem se
intensificado através da doutrina “Ásia para os americanos”. Para Donald Trump
os norte-coreanos devem ser tratados com “enxurrada de fogo e fúria”.



