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uito se tem falado acerca do pensamento científico de Stephen Hawking,
recém-falecido, a partir do qual a mídia corporativa dominante rendeu-lhe
inúmeras homenagens lacrimosas póstumas. Claro, sempre com o extremo cuidado de
ocultar as raízes de seu amplo e vasto arcabouço teórico: a filosofia e sua
postura anticapitalista e anti-stablishment! Embrulha o estômago assistir
governos reacionários como o atual britânico render-lhe homenagens
“entusiásticas” destacando o seu lado “pop” como herdeiro de outro ícone pop:
Einstein. Hawking foi severo crítico da coroa britânica em política social e
econômica. O Universo de Hawking era bem mais vasto, muito além da sua
formulação “pop” cortês e singelamente apresentada pela burguesia em todo o
planeta! A visão de mundo do cientista sempre fora bastante crítica em relação
ao modo burguês de vida, muito em razão de sua mãe ter sido militante do
Partido Comunista Inglês na década de 30. Em sua maturidade, dera início a
estudos que o conduziram a negar que o Universo fora “criado” do zero, ou por
algum ente superior; porém não viveu o suficiente para nos contar...




