quinta-feira, 10 de setembro de 2015
REBAIXAR PARA ARRUINAR Standart & Poor's, a agência dos bandidos do capital financeiro internacional a soldo de Wall Street
Standart & Poor's a agência encarregada de destruir economias nacionais dos países semicoliniais a mando do capital financeiro internacional e da bandidagem estabelecida pelos rentistas e especuladores das tragédias alheias. Nas palavras de Eduardo Galeano:
terça-feira, 1 de setembro de 2015
O governo neoliberal de Sartori, o poço sem fundo da dívida pública do Rio Grande do Sul e sua meta de implantar a barbárie no estado
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á décadas o Rio Grande do Sul vem passando por uma severa
crise de gestão econômica e política, porém muito mais incisivamente marcada
por este último aspecto. Trata-se da dívida pública contraía pelo estado desde
os governos ligados ao regime militar e a Arena até os eleitos no “período
democrático”, aí inclusos PMDB, PDT, PT e PSDB. Todos aplicaram a velha e carcomida
cartilha do sistema financeiro internacional, autêntico sistema de agiotagem profissional institucionalizada. Hoje, o governo do PMDB, Ivo
Sartori, sob o agressivo marketing difundido para mafiosa “famiglia” Sirotsky,
do Grupo RBS (cujo império a exemplo da Rede Globo, expandiu-se durante a
ditadura do regime militar), busca “sanar” a crise através de velhas receitas
neoliberais, as quais por seu claro conteúdo rentista e antipovo só faz
perpetuar o problema: severo arrocho salarial do funcionalismo, cortes
drásticos de investimentos em áreas essenciais como saúde e educação, aumento
de impostos, entrega do patrimônio público à ganância da mal-chamada
“iniciativa privada”. Tudo encarado como se fossem medidas necessárias e
inovadoras!
sábado, 22 de agosto de 2015
“Independência da arte - para a revolução. A revolução - para a liberação definitiva da arte”
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| Breton e Trotsky no México, 1938 |
André Breton, poeta surrealista francês, autor de “Amor
Louco” e “Nadja”, inimigo ferrenho de Stalin e do “realismo socialista” (arte
oficial do stalinismo) e do engessamento nazifascista da arte, vai para o
México em abril de 1938 para encontrar Trotsky. Após inúmeras conversas e um
intenso debate sobre a situação da arte e as perspectivas revolucionárias para
a produção artística e intelectual, lançam o manifesto “Por Uma Arte
Revolucionária Independente” em julho de 1938.
O Manifesto Surrealista vem a público numa etapa em que as
condições políticas em nível mundial são as mais reacionárias possíveis: os
ovos da serpente do fascismo estão sendo chocados e na URSS stalinisada vários
assassinatos de dirigentes históricos do bolchevismo aconteciam sob os chamados
Processos de Moscou. A arte, como um todo, estava sucumbindo a postulações
formalistas e convenções artificiais tanto por parte do regime hitlerista como
o do stalinista, cada um com seus vieses (sem sinal de igual entre ambos). Para
o Surrealismo, fortemente influenciado pelas elaborações psicanalistas de
Sigmund Freud, era fundamental o papel do inconsciente no processo criativo, o
que estava sendo destruído pelo “racionalismo” de convenções permeadas burocraticamente
por políticas de Estado. Prega, outrossim, a libertação dos poderes da
imaginação, onde a psicanálise, arte e política se unem no ideal de ego, o
qual, por sua vez, se ergue contra o establishment ao renovar os poderes do
mundo interior, do “id”. Ou seja, a emancipação do espirito como engenho da
condição livre do Homem, da sua inteira emancipação do modo de produção que lhe
oprime, restringe-lhe a liberdade.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
75 ANOS DO ASSASSINATO DE LEON TROTSKY A História vingará este crime: suas ideias permanecem em nossos corações e mentes!
Aqui uma singela homenagem. Trotsky atingido por uma
picareta na cabeça pela covarde ação planejada a partir de um assassino
profissional a mando do stalinismo, Ramon Mercader, no dia 20 de agosto, não
resistiu ao golpe e veio a falecer no dia seguinte. Brilhante arregimentador e
escritor militante, grande construtor do Exército Vermelho que garantiu a
vitória da Revolução de Outubro durante a guerra civil contra as tropas do Czar
a serviço das potências imperialistas, foi o fundador da Quarta Internacional
em 1938. Opositor ferrenho à ideia da revolução em um só país destacou-se no
meio dirigente com a Teoria da Revolução Permanente e seria a razão de uma das
tantas desavenças com Stalin. Com a morte de Lenin em 1924, e por ser um membro
relativamente recente do Partido Bolchevique inicialmente não teve forças para
enfrentar a burocratização do mesmo, haja vista que era encarado como um “elemento
exógeno” por grande parte dos dirigentes “históricos” do partido. Desta característica
se aproveitara Stalin para formar um corpo burocrático a seus serviços e isolar
o grande dirigente da Revolução. Seu papel a partir do momento em que foi
banido da URSS pela camarilha montada por Stalin no poder foi a defesa
principista das conquistas sociais e políticas da União Soviética,
convertendo-se em seu maior combate da sua vida, o que viria a ser seu último
até sua vida ser apagada.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
70 ANOS DA BOMBA ATÔMICA SOBRE HIROSHIMA E NAGASAKI Terror criminoso e bárbaro do imperialismo contra a população civil num Japão derrotado inaugura nova ordem mundial de ofensiva ideológica e militar contra a URSS
“O que aconteceria se uma cidade inteira
fosse arrasada por uma única bomba de urânio? E com uma bomba de plutônio?” (Diretor do Exército dos EUA, Projeto Manhattan, Gal.
Leslie Groves).
“Então um imenso clarão cortou o céu...
o clarão partiu do leste em direção ao oeste, da cidade em direção às montanhas.
Parecia um naco de sol...” (John
Hersey, Hiroshima).
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de Agosto de 1945,
mesmo que a guerra estivesse acabada era necessário que a Casa Branca e o
Pentágono justificassem os gastos de mais de 2,6 bilhões de dólares no tétrico
e ao mesmo tempo macabro de proporções gigantescas “Projeto Manhattan”, posto
em pé com o objetivo de criar a bomba atômica (200 mil operários estavam a ele
submetidos sem saber o que estavam construindo e centenas de cientistas). Época
em que a indústria da destruição em massas foi levada a frente “a todo vapor”! Além
do mais, há anos a população norte-americana vinha sendo “bombardeada” pela
mídia corporativista e a propaganda oficial que uma possível bomba destas
proporções poderia por a termo a guerra e assim “salvar milhares de vidas
americanas”. O então presidente dos EUA, Harry Truman, vertendo lágrimas de
crocodilo discursou impavidamente entonando uma prece acerca da sua mais nova
criatura: “… Agradecemos a Deus por [a bomba] ter vindo a nós ao invés de
nossos inimigos; e oramos para que Ele nos guie para usa-la a Sua maneira e com
Seus propósitos…” (http://www.trumanlibrary.org/publicpapers/index.php?pid=104&st=&st1).
Antes, porém, Albert Einstein, o grande gênio da física moderna, atuando como
“inocente útil” (ou idiota mesmo), havia advertido Roosevelt que os alemães
estariam desenvolvendo uma poderosa bomba a partir da fissão atômica do urânio.
Hoje documentos descobertos comprovam que isso se tratou de uma falácia, pois
os nazistas estavam muito longe de produzir uma bomba nas características nucleares,
careciam de cientistas, tecnologia, matéria prima e, não obstante, capitais.
Mas serviu como pretexto ideológico do imperialismo para a produção da arma nos
laboratórios de Los Alamos a fim de atingir seu objetivo tático-estratégico:
causar terror na população japonesa e demonstrar sua força descomunal contra uma
cacifada União Soviética do pós-guerra! Após seis anos de sangrentos embates,
50 milhões de vidas foram ceifadas da face da terra causadas pelos crimes
hediondos dos nazistas nos campos de concentração e de extermínio, pelo
fascismo do imperialismo japonês que estendeu cadáveres sobre a China, a
Manchúria, ilhas do Pacífico em nome do petróleo e, evidente, pelo genocídio do
imperialismo ianque assassinando sem qualquer chance de defesa 180 mil pessoas
em Hiroshima e Nagasaki.
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