sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

FABRICANDO O “DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO” NA FONTE: Planalto mente para entregar o imenso filão estatal a rentistas e especuladores


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á vários anos o governo federal (de Collor, Itamar a FHC, chegando a Lula/Dilma) em conluio com a mídia mainstream (de massa, dominante e golpista - PIG) vêm montando uma operação de guerra contra a Previdência Social, difundindo em seus “jornalões” e “telejornalões” que a crise por que passa o sistema previdenciário brasileiro resulta da incapacidade gerencial do Estado. É, neste sentido, alvo permanente de longas matérias em seus editoriais e reportagens cotidianas, vendendo a ideia bastarda de que a “solução” para o “enorme déficit” da previdência passa por sua privatização o mais rápido possível. Ora, esta é antes de tudo a concepção conservadora neoliberal mais rasteira e mentirosa que possa existir e com a qual os “economistas de planilha” do Planalto concordam em grau e gênero, abrindo espaços para o proselitismo político retrógrado. No entanto, em cima deste engodo traçam todo seu manancial programático com o claro objetivo de vender gato por lebre, ou seja, vender o suposto déficit para colher os frutos suculentos de um enorme potencial de lucratividade através da privatização da previdência; caso contrário, entrará em falência. Longe desta concepção atrazada (com ‘z’ mesmo!!), abordaremos o problema levantado de acordo com o método materialista, segundo o qual o sistema previdenciário é superavitário em seu todo, contestando sobremaneira as teses neoliberais.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

REBAIXAR PARA ARRUINAR Standart & Poor's, a agência dos bandidos do capital financeiro internacional a soldo de Wall Street

Standart & Poor's a agência encarregada de destruir economias nacionais dos países semicoliniais a mando do capital financeiro internacional e da bandidagem estabelecida pelos rentistas e especuladores das tragédias alheias. Nas palavras de Eduardo Galeano:

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O governo neoliberal de Sartori, o poço sem fundo da dívida pública do Rio Grande do Sul e sua meta de implantar a barbárie no estado


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á décadas o Rio Grande do Sul vem passando por uma severa crise de gestão econômica e política, porém muito mais incisivamente marcada por este último aspecto. Trata-se da dívida pública contraía pelo estado desde os governos ligados ao regime militar e a Arena até os eleitos no “período democrático”, aí inclusos PMDB, PDT, PT e PSDB. Todos aplicaram a velha e carcomida cartilha do sistema financeiro internacional, autêntico sistema de agiotagem profissional institucionalizada. Hoje, o governo do PMDB, Ivo Sartori, sob o agressivo marketing difundido para mafiosa “famiglia” Sirotsky, do Grupo RBS (cujo império a exemplo da Rede Globo, expandiu-se durante a ditadura do regime militar), busca “sanar” a crise através de velhas receitas neoliberais, as quais por seu claro conteúdo rentista e antipovo só faz perpetuar o problema: severo arrocho salarial do funcionalismo, cortes drásticos de investimentos em áreas essenciais como saúde e educação, aumento de impostos, entrega do patrimônio público à ganância da mal-chamada “iniciativa privada”. Tudo encarado como se fossem medidas necessárias e inovadoras!

sábado, 22 de agosto de 2015

“Independência da arte - para a revolução. A revolução - para a liberação definitiva da arte”

Breton e Trotsky no México, 1938
André Breton, poeta surrealista francês, autor de “Amor Louco” e “Nadja”, inimigo ferrenho de Stalin e do “realismo socialista” (arte oficial do stalinismo) e do engessamento nazifascista da arte, vai para o México em abril de 1938 para encontrar Trotsky. Após inúmeras conversas e um intenso debate sobre a situação da arte e as perspectivas revolucionárias para a produção artística e intelectual, lançam o manifesto “Por Uma Arte Revolucionária Independente” em julho de 1938.

O Manifesto Surrealista vem a público numa etapa em que as condições políticas em nível mundial são as mais reacionárias possíveis: os ovos da serpente do fascismo estão sendo chocados e na URSS stalinisada vários assassinatos de dirigentes históricos do bolchevismo aconteciam sob os chamados Processos de Moscou. A arte, como um todo, estava sucumbindo a postulações formalistas e convenções artificiais tanto por parte do regime hitlerista como o do stalinista, cada um com seus vieses (sem sinal de igual entre ambos). Para o Surrealismo, fortemente influenciado pelas elaborações psicanalistas de Sigmund Freud, era fundamental o papel do inconsciente no processo criativo, o que estava sendo destruído pelo “racionalismo” de convenções permeadas burocraticamente por políticas de Estado. Prega, outrossim, a libertação dos poderes da imaginação, onde a psicanálise, arte e política se unem no ideal de ego, o qual, por sua vez, se ergue contra o establishment ao renovar os poderes do mundo interior, do “id”. Ou seja, a emancipação do espirito como engenho da condição livre do Homem, da sua inteira emancipação do modo de produção que lhe oprime, restringe-lhe a liberdade.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

75 ANOS DO ASSASSINATO DE LEON TROTSKY A História vingará este crime: suas ideias permanecem em nossos corações e mentes!



Aqui uma singela homenagem. Trotsky atingido por uma picareta na cabeça pela covarde ação planejada a partir de um assassino profissional a mando do stalinismo, Ramon Mercader, no dia 20 de agosto, não resistiu ao golpe e veio a falecer no dia seguinte. Brilhante arregimentador e escritor militante, grande construtor do Exército Vermelho que garantiu a vitória da Revolução de Outubro durante a guerra civil contra as tropas do Czar a serviço das potências imperialistas, foi o fundador da Quarta Internacional em 1938. Opositor ferrenho à ideia da revolução em um só país destacou-se no meio dirigente com a Teoria da Revolução Permanente e seria a razão de uma das tantas desavenças com Stalin. Com a morte de Lenin em 1924, e por ser um membro relativamente recente do Partido Bolchevique inicialmente não teve forças para enfrentar a burocratização do mesmo, haja vista que era encarado como um “elemento exógeno” por grande parte dos dirigentes “históricos” do partido. Desta característica se aproveitara Stalin para formar um corpo burocrático a seus serviços e isolar o grande dirigente da Revolução. Seu papel a partir do momento em que foi banido da URSS pela camarilha montada por Stalin no poder foi a defesa principista das conquistas sociais e políticas da União Soviética, convertendo-se em seu maior combate da sua vida, o que viria a ser seu último até sua vida ser apagada.