terça-feira, 24 de março de 2020

CORONACRISE: A “fagulha” do vírus acende a chama que começa a consumir o capitalismo pelo centro


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esde os últimos dias de dezembro do ano passado, quando teve início a propagação do coronavírus na China e depois para o planeta, agora se faz necessária uma análise alicerçada na política a partir do vislumbre eminentemente técnico. Em pauta, como sustar a pandemia numa conjuntura na qual a maioria dos países afetados são proponentes encardidos do ultraneoliberalismo (ou neoliberalistas), muitos fascistizados, que medidas adotaram e como ficam os trabalhadores dentro de uma crise sistêmica sem precedentes do capitalismo? Qual o significado de “ficar em casa” como prevenção pandêmica? O papel da mídia ao espalhar a torto e direito um amplo processo de hiperinformação sobre a população, isto é positivo? O Brasil bolsonarizado vai ter capacidade técnica ou vontade que seja para superar a crise? Numa etapa em que os Estados Unidos deflagram a chamada “guerra híbrida” como não ser seduzido por “teorias da conspiração” e fakenews? São perguntas cruciais que surgem diante de tamanho desafio e podem indicar a resolução dos problemas levantados. Qual o alcance da crise atual e o que despertou a queda brusca de mercados bursáteis, tem a ver com o coronavírus?

sábado, 29 de fevereiro de 2020

CORONAVÍRUS E GEOPOLÍTICA: colocar a China nas cordas através da guerra híbrida como suposta medida de força dos EUA


U
m fato muito relevante vem balançando o mundo: a atual crise global do capitalismo agravada por causa do “surto” do coronavírus. No entanto, esta verdadeira histeria deve ser compreendida dentro do contexto da geopolítica e das políticas estratégicas, principalmente por parte dos Estados Unidos trumperizado e substancialmente fascistizado pelos neocons. Neste aspecto sobremaneira salientado, não podemos descartar a possibilidade de ser a expressão moderna do século XXI de uma guerra híbrida: os ataques e cercos militares convencionais por terra, água e ar, a lawfare ( justiça como intervenção - Lava Jato no Brasil), guerra comercial que vão ao encontro da alta tecnologia da guerra biológica. Hipótese (veja bem, hipótese dentro de um enredo muito conhecido em relação às agências de inteligência como a CIA) vai muito além de reles e nada científica teorias da conspiração, a qual pode ser adotada inclusive pela extrema direita mundial. Deve-se levar em conta o grau de atrito hoje existente entre potências capitalistas, principalmente expresso pelo binômio EUA X China, muito mais grave do que aquela do século XIX no pré-guerra mundial. Para superar o rival, ou inimigo, a resposta do império da águia se dá através da barbárie militar, para a qual não há qualquer escrúpulo ou limite ético em suas ações terroristas.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

PESSOAL DO CEARÁ: Vida, amor e liberdade acima do Sul, onde nasce Terral, o “luxo da aldeia”!!!


‎By Reggis de Oliveira‎
          & André Fava

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oi um movimento cultural brasileiro surgido em meados da década de 1960, sendo um dos mais importantes movimentos da música contemporânea cearense. O movimento começou após surgir no Ceará um grupo de artistas e intelectuais que pensavam, criavam, recriavam todas as questões que inquietavam o país na época. Entre seus integrantes existiam filósofos, físicos, químicos, arquitetos, músicos, poetas, cantores e atores. Eis seus nomes: Ednardo, Manassés, Petrúcio Maia, Ricardo Bezerra, Cirino, Manassés; letristas Fausto Nilo, Augusto Pontes e Brandão; as cantoras Téti e Amelinha e na poesia Patativa do Assaré. O artigo aqui pretende apenas dar uma visão geral deste movimento bastante profícuo que influenciou geração de músicos e guardou em nossas memórias afetivas canções inesquecíveis. Para uma pesquisa mais aprofundada, elenco nas referências uma bibliografia e videografias básicas para consultas.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

A ERA DO PÓS-VERDADE: O pântano do misticismo subverte a razão – Trump/Bolsonaro e a 'ciência' do não-saber



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uitas perguntas têm instigado cientistas sociais e filósofos a se questionarem ao longo dos tempos acerca de qual a nossa relação com a realidade que nos permeia. O que, concretamente, ela é? Existe o fato objetivo? É possível determinar como realidade concreta o intricado mundo das relações sociais em cada fato posto? Na atualidade, qual o papel da informação, nesse sentido, como ela nos coloca dentro, perante (ou fora) dos acontecimentos e como descrevê-los da forma mais correta possível para que se atinja ou se encontre a Verdade lógica numa conjuntura politica e social através da qual o sujeito dotado de irracionalidade está cada vez mais individualizado, quase que submerso em sua solidão social, cuja consequência hoje presenciamos em fenômenos de ascensão da extrema-direita em todo o mundo (trumpismo e bolsonarismo, por exemplo). Para chegar a um denominador comum, trabalharei com duas hipóteses, uma nietzschiana e outra marxista, aparentemente opostas, mas que têm princípios cognitivo-epistemológicos bastante interessantes. O primeiro expõe; o segundo explica!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

50 ANOS DA CHEGADA DO HOMEM À LUA: Um “salto para a humanidade” ou para o “american way life”? A URSS esteve na vanguarda da corrida espacial; não os EUA!


M
uito além das “teorias da conspiração” inspiradas no senso comum ou em delirantes mentes que ainda vivem na Era clássica da Guerra Fria desencadeada pelos Estados Unidos logo após a União Soviética ter solapado o nazi-fascismo. Rezam tais “teóricos”, o Homem (que espécie de Homem seria este? Respondendo a que interesses?) nunca pisara no solo lunar. Inúmeros vestígios podem corroborar objetivamente nesse sentido, porém não coloca em pauta a bipolaridade política naquela época (a qual nunca esvanecera), uma vez que não se tratava de proselitismo ideológico em estado puro na defesa do american way life. Isto é, à publicidade e semiótica capitalista havia o adjunto bélico, voltado para o controle estratégico de amplas regiões do planeta, para o qual não foram poupados esforços por parte do Pentágono e da Casa Branca. O dizer nada improvisado de N. Armstrong esboça este pensamento e modus operandi da maior potência militar do planeta: “Um pequeno passo para o Homem, um salto gigantesco para a Humanidade!”.